Capítulo 5
Pego minha mala e saio do colégio. Chove fino, esta frio, esta cedo. Muito cedo para pegar o ônibus, muito tarde para ter alguém em casa. Sento no banco da praça que tem na frente do colégio, de costas para o mesmo. Fico ali, sentindo a chuva no corpo, pensando no porque de ter feito aquilo, descobri:
Eu sou do bem!
Não sei ao certo quanto tempo ali fiquei, mas de repende escuto meu nome ao longe, levanto e olho para trás, a chuva atrapalha minha visão, Julia vem vindo, será? Não, é Bruno. Pulou o muro do colégio e veio me agradecer, fala que se eu precisar de qualquer coisa eu posso contar com ele, eu concordo, ele volta para dentro do colégio, sento de novo. Sim, eu sou do bem.
Mais tempo passa, não sei quanto. Meu nome a ser chamado novamente, Bruno de novo? Não, desta vez era Julia, vem correndo, a esta altura a chuva já estava mais grossa, meu cabelo caia na cara, minha roupa estava ensopada, e assim também estava Julia. Vem correndo, abre os braços enquanto atravessa a rua, quase é atropelada, fico parado, não penso em nada, ela continua a correr, se aproxima, cada segundo mais perto de mim. Nunca estive tão perto dela antes, ela chega, me da um abraço forte, muito forte, nunca estive tão perto assim dela. Ela me agradece no meu ouvido, eu continuo a abraçar, não penso em nada, a chuva cai, o tempo passa e nós ali, ela estava até tremendo. Acho que eu também.
Agora o tempo parou, olhei em seus olhos, ela olhou para baixo, levantei seu queixo, ela tirou meus cabelos da minha cara, eu fiz o mesmo com ela, ela me beijou. Nunca estive tão perto dela.
Ela me beijou.
Eu sou do bem!
Não sei ao certo quanto tempo ali fiquei, mas de repende escuto meu nome ao longe, levanto e olho para trás, a chuva atrapalha minha visão, Julia vem vindo, será? Não, é Bruno. Pulou o muro do colégio e veio me agradecer, fala que se eu precisar de qualquer coisa eu posso contar com ele, eu concordo, ele volta para dentro do colégio, sento de novo. Sim, eu sou do bem.
Mais tempo passa, não sei quanto. Meu nome a ser chamado novamente, Bruno de novo? Não, desta vez era Julia, vem correndo, a esta altura a chuva já estava mais grossa, meu cabelo caia na cara, minha roupa estava ensopada, e assim também estava Julia. Vem correndo, abre os braços enquanto atravessa a rua, quase é atropelada, fico parado, não penso em nada, ela continua a correr, se aproxima, cada segundo mais perto de mim. Nunca estive tão perto dela antes, ela chega, me da um abraço forte, muito forte, nunca estive tão perto assim dela. Ela me agradece no meu ouvido, eu continuo a abraçar, não penso em nada, a chuva cai, o tempo passa e nós ali, ela estava até tremendo. Acho que eu também.
Agora o tempo parou, olhei em seus olhos, ela olhou para baixo, levantei seu queixo, ela tirou meus cabelos da minha cara, eu fiz o mesmo com ela, ela me beijou. Nunca estive tão perto dela.
Ela me beijou.

1 Comentários:
Às 19/10/06 14:51 ,
Felipe Gollnick disse...
eita! essas histórias sempre têm um final feliz!
heheeeita!
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